Minhas Canções.

segunda-feira, 5 de março de 2012

A História do Candomblé no Brasil

O Brasil é vasto em cultura. Isso é certo.
O Povo é livre para cultuar o que quiser. Mais na prática não é bem assim.
Isso muitas vezes é pura "balela", pois basta você declarar que é candomblecista, umbandista, espírita, pagão,  maçom, etc...pronto te associam imediatamente ao "demônio católico". E vou dizer a vocês, o "PRÉ-CONCEITO" esta tão grudados em determinadas pessoas, que já te julgam e te condenam, sem nem mesmo conhecer você ou a religião que pratica.
Pronto vou decepcionar alguns, no Candomblé não existe demônios, o que muitos associam a Exu, é um Orixá, que não tem nada a ver com isso. 
O conceito do bem e do mal não é visto como se alguém "colocou" isso na pessoa.
O Bem e o Mal reside no próprio ser humano, e algumas pessoas utilizam disso para dizer que fez determinada coisa sob influência de uma terceira energia, simples assim.
O Ser Humano é o único ser vivo capaz das maiores "atrocidades".
Independente da religião, cor,raça ou nação.
Abraços de paz.
Lua.


Candomblé é uma religião panteísta onde se cultuam os orixás. Sendo de origem totêmica e familiar, é uma das religiões afro-brasileiras praticadas principalmente no Brasil, pelo chamado povo do santo, mas também em outros países como Uruguai, Argentina, Venezuela, Colômbia, Panamá, México, Alemanha, Itália, Portugal e Espanha.
Cada nação africana tem como base o culto a um único orixá. A junção dos cultos é um fenômeno brasileiro em decorrência da importação de escravos onde, agrupados nas senzalas nomeavam um zelador de santo também conhecido como babalorixá no caso dos homens e yalorixá no caso das mulheres.
A religião que tem por base a anima (alma) da Natureza, sendo portanto chamada de anímica, foi desenvolvida no Brasil com o conhecimento dos sacerdotes africanos que foram escravizados e trazidos da África para o Brasil, juntamente com seus Orixás/Inquices/Voduns, sua cultura, e seu idioma, entre 1549 e 1888.

Diz Clarival do Prado Valladares em seu artigo «A Iconologia Africana no Brasil», na Revista Brasileira de Cultura (MEC e Conselho Federal de Cultura), ano I, Julho-Setembro 1999, p. 37, que o «surgimento dos candomblés com posse de terra na periferia das cidades e com agremiação de crentes e prática de calendário verifica-se incidentalmente em documentos e crônicas a partir do século XVIII». O autor considera difícil para «qualquer historiador descobrir documentos do período anterior diretamente relacionados à prática permitida, ou subreptícia, de rituais africanos». O documento mais remoto, segundo ele, seria de autoria de D. Frei Antônio de Guadalupe, Bispo visitador de Minas Gerais em 1726, divulgado nos «Mandamentos ou Capítulos da visita».
Embora confinado originalmente à população de negros escravizados, proibido pela igreja católica, e criminalizado mesmo por alguns governos, o candomblé prosperou nos quatro séculos, e expandiu consideravelmente desde o fim da escravatura em 1888. Estabeleceu-se com seguidores de várias classes sociais e dezenas de milhares de templos. Em levantamentos recentes, aproximadamente 3 milhões de brasileiros (1,5% da população total) declararam o candomblé como sua religião. Na cidade de Salvador existem 2.230 terreiros registrados na Federação Baiana de Cultos Afro-brasileiros e catalogado pelo Centro de Estudos Afro-Orientais da UFBA, (Universidade Federal da Bahia) Mapeamento dos Terreiros de Candomblé de Salvador. Entretanto, na cultura brasileira as religiões não são vistas como mutuamente exclusivas, e muitos povos de outras crenças religiosas — até 70 milhões, de acordo com algumas organizações culturais Afro-Brasileiras — participam em rituais do candomblé, regularmente ou ocasionalmente. 
Orixás do Candomblé, os rituais, e as festas são agora uma parte integrante da cultura e uma parte do folclore brasileiro.
O Candomblé não deve ser confundido com Umbanda, Macumba e/ou Omoloko, outras religiões afro-brasileiras com similar origem; e com religiões afro-americanas similares em outros países do Novo Mundo, como o "Vodou haitiano", a "Santeria cubana", e o "Obeah", em Trinidade e Tobago, os "Shangos" (similar ao Tchamba africano, Xambá e ao Xangô do Nordeste do Brasil) o "Ourisha", de origem yorubá, os quais foram desenvolvidas independentemente do Candomblé e são virtualmente desconhecidos no Brasil.
Fonte: Wikipédia

14 comentários:

  1. Amiga,meu amiguinho Tigre(Beagle) está participando do concurso Esconde esconde no blog da Kika,preciso de seu votinho a fotinha dele é a do NÚMERO 47 e este é o link :
    http://kikaeassuasideias.blogspot.com/
    Muito grata!Beijos de luz

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    1. Será um prazer paricipar.
      Beijos querida amiga.
      Lua.

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  2. Como sempre, esclarecendo as pessoas..
    Muito bom para que possam conhecer melhor e parar de criticarem o que não conhecem....

    Hoje é segunda.....

    .....

    Beijos.

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    1. Agradecia pelas palavras de carinho.

      Amigo te enviei um e-mail...

      Beijos de lavanda.
      Lua.

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  3. Olá
    Obrigado pela visita e por seu comentário, é muito simpático da tua parte.
    Infelizmente não é possível fazer visitas mais freqüentes para o seu blog.
    Tenha um bom dia, e acima de tudo uma semana grande

    http://nsm01.casimages.com/img/2009/07/04/090704113133505744005778.jpg

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    1. Querido Chris, sem problemas, também gostaria de visitar mais assiduamente todos, mais não tenho tempo hábil para isso, rsrsr
      Ótima semana.
      Beijos de paz.
      Lua.

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  4. ADORO AS SUAS POSTAGENS, TEM MUITA GENTE AINDA QUE CONFUNDEM CANDOMBLÉ DE OUTRAS RELIGIÕES AFRO, MUITO BEM EXPLICADO MINHA AMIGA

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    1. Agradecida querida borboleta por tão sensível comentário.
      Beijos de luz.
      Lua.

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  5. Oi, amiga Lua!!
    Vim desejar uma semana abençoada pra ti!!!
    Bjokas,Soninha!!!

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    1. Agradecida amiga, desejo em triplo.
      Beijos de paz.
      Lua.

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  6. Lua...encanto dos poetas, eu te saúdo.

    beijos

    vera portella

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  7. Peço licença a todos para divulgar meu livro: JOGO DE BÚZIOS TRADICIONAL NIGERIANO. SISTEMA DIVINATÓRIO.
    A venda em:
    www.clubedeautores.com.br
    www.bookess.com
    Autor: Wagner Barreto

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Peço que se identifique, pois comentário ANÔNIMO é igual chamada restrita, você não sabe da onde vem e como retribuir.

Bençãos da Deusa.
Blessed be!!
Lua.