Minhas Canções.

domingo, 8 de maio de 2011

Maternidade

A escolha entre doar e jogar fora, vai do apego que você tem.

Quase todas as mulheres podem gerar uma vida, mais poucas sabem ser "Mãe".
Conheço algumas pessoas, que não "geraram", mais são muito mais mães, de que aquelas que carregaram seus bebes no ventre.
Costumo dizer que poucas mulheres poderiam ter esse dom. Mais isso faz parte de algo maior, de um livrio árbitrio que todos nós temos.
Mais pra mim, é muito triste, muito cruel, você vê um bebe, uma criança, jogada em um latão de lixo, em um valão ou com tiro no peito. E sempre executado pela aquela que deveria acima de tudo cuidar, amar e proteger, de tudo e de todos.
Pois era assim que a minha mãe e minha avó era, uma verdadeira leoa pra defender sua cria acima de tudo e de todos.
Então meu exemplo do "de se mãe", foi muito intensso nesse sentido de abnegação e proteção, mais nunca no sentido de se anular como pessoa. Elas sabiam nosso defeitos e amava sempre do mesmo jeito. Não encobriam as burradas, mais mostrava a onde erramos e sempre reprendia da forma certa dela.
Perdi fisicamente a minha mãe, quando tinha 17 anos, e sempre achei que mãe tinha que ser eterna, fisicamente falando. E acho que, quem tem elas ali, pertinho, tem é muita sorte, mais nem sempre dão valor a esse presente.
Bom tive sorte porque tive minha avózinha presente em minha vida, até a 3 anos atras. Uma mulher tão forte e amável como nunca conheci.
Tive e tenho também outras mulheres que fizeram e faz parte da minha vida como "Mãe". Então no final, apesar de tudo, tive mais sorte do que muita gente por ai, que não teve nem uma mãe.

Então a todas que são "Mães", as que pretendem ser, ou as que são "Mães espirituais".
Feliz dia, todo dia.
Beijos cheio de amor.
Lua.

2 comentários:

  1. Olá Lua, muito lindas as tuas palavras sobre as mães, como mãe eu agradeço-te. Vou partilhar um segredo contigo, eu ainda tenho a minha mãe viva embora não more aqui em Portugal, vive em França, e falamos por telefone de vez em quando, só que quando eu e a minha irmã mais velha tinhamos 14 anos abandonou-nos, ficámos sózinhas foi muito difícil para mim passar pela adolescencia sem ter uma mãe para me orientar, até fome passei mas consegui. Não faço juízos sobre se a minha mãe agiu bem ou mal, depois de muitos anos quis entrar nas nossas vidas e eu e a minha irmã deixámos. Apesar de não ter tido um bom exemplo de como ser mãe, eu tenho dois filhos um rapaz e uma menina, só que tenho ainda outra menina que me chama de mãe, e à qual eu trato por filha pois fui eu que a criei desde bébé, tinha a mãe que se drogava e o pai bebia muito, aí eu fui buscá-la e hoje é o meu orgulho, é boa menina já trabalha e estuda e tem uma boa formação. Hoje sou uma mãe muito feliz, tenho três filhos que são a minha vida. Agora Lua quando eu olho para a minha mãe, sinto compaixão dela, porque quando nos abandonou e se afastou das nossas vidas perdeu algo muito especial, a quimica que há entre mães e filhos e que pura e simplesmente se chama AMOR! Beijinhos brilhantes.
    Ana Maria

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  2. Obrigada Ana pelo seu depoimento. Fico feliz de saber que você tem uma família feliz.
    Parabéns.
    Beijos.
    Lua.

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Peço que se identifique, pois comentário ANÔNIMO é igual chamada restrita, você não sabe da onde vem e como retribuir.

Bençãos da Deusa.
Blessed be!!
Lua.